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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Perdidos



Perdidos

 

 

Vagam por caminhos desconhecidos

Confusos não sabem de nada...

Encontrando velhos conhecidos

Perdidos nessa jornada,

 

Noites e noites sozinho,

Um cão somente me guia

Roupas sujas, desalinho...

Seus olhos, minha alegria,

 

Almas banidas, confusas,

Sequer sabem da morte...

Enxergam numa difusa,

Caminho da própria sorte,

 

Chegam ao seu destino,

Não se esquecem dos atos...

Olhar caçador... Felino...

Alimentam-se dos novos fatos,

 

Promessas conduzem a jangada,

São anjos e demônios  agora...

Sorriem e zombam de todos

Espalham-se pelo mundo afora...

                                                            L.Oliveira

 

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