Perdidos
Vagam por
caminhos desconhecidos
Confusos não
sabem de nada...
Encontrando
velhos conhecidos
Perdidos nessa
jornada,
Noites e noites
sozinho,
Um cão somente
me guia
Roupas sujas,
desalinho...
Seus olhos,
minha alegria,
Almas banidas,
confusas,
Sequer sabem da
morte...
Enxergam numa
difusa,
Caminho da
própria sorte,
Chegam ao seu
destino,
Não se esquecem
dos atos...
Olhar caçador...
Felino...
Alimentam-se dos
novos fatos,
Promessas
conduzem a jangada,
São anjos e
demônios agora...
Sorriem e zombam
de todos
Espalham-se pelo
mundo afora...
L.Oliveira
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