Moinhos
Vejo-me atado, olhos na imensidão,
Ansiedade, surpresa, decepção...
Do desconhecido, sempre aversão,
Vivendo em especulação,
Ladeado de falsos amores,
Vida alheia, distorção...
Livrando-se da tentação
Paixão, ilusão, açores...
Enfrenta suas
quimeras...
Com toda
abnegação
Infundidos junto
as feras,
Desencontros e
traição...
Lúdico brinca
com feras...
Sem nenhuma
pretensão
Remanescentes as
eras...
Corpo em
propensão,
Ventos giram
moinhos,
Preparam a
provisão
Sonhos inúteis sozinhos...
Gerando a maior
confusão.
L.Oliveira
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